É bonito
quando você vê
várias páginas
repletas de palavras
e sabe que foi você
que as escreveu
Fica rindo
apesar de saber
que poucas pessoas lerão
Mostrando postagens com marcador humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador humanos. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 20 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Garganho
Triste é saber que se está na merda
e não fazer nada pra sair dela
achando que simplesmente
o destino se encarregará disso
Tristes dos homens que acham
que pensam, triste de mim
Eu e minhas incertezas
Tristes dos poemas
que falam o que não consigo
que dizem o que não posso
eles são somente um instrumento
E se os poemas tivessem vida?
sábado, 6 de agosto de 2011
Desconhecido
Um homem de vários pares
cheio de suas esquinas
São tantos os seus olhares
Dono de tantas meninas
Um homem que não sabe
O que será do homem que será?
Um homem de tantas fases
Sempre tentando se enxergar
Aonde será que anda
o homem que você me disse que viu?
Será que ainda anda?
Será que ele me ouviu?
Cadê este homem?
me digam , onde?
já nem sei
Cada homem com seu preço
será que eu o mereço?
Este homem sou eu
Este homem é Deus
Será que eu o conheço?
Valeu aquele começo?
Será que este homem
pode ser o que quiser?
O que ele disse ontem?
Terá corpo e alma de mulher?
Adeus desse homem
que ele faça o que quiser
Se ele viu o que eu fiz ontem
estou fodido, José?
A cabeça tá rodando? Era esse o objetivo.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Um sábado Qualquer
Nos jornais amassados da manhã
passo a vida no sol da aurora
esperando um novo amanhã
aquelas velhas vinte e quatro horas
Todos esses dias, se repetindo
nas paginas amareladas da manhã
todas essa pessoas mentindo
dentre elas, as loucas são sãs
Enquanto os elefantes
lembram onde tem água
Os humanos amantes
só lembram de guardar mágoas
As horas são iguais
e os homens todos normais
mais um sábado qualquer
nesses anos marginais
passo a vida no sol da aurora
esperando um novo amanhã
aquelas velhas vinte e quatro horas
Todos esses dias, se repetindo
nas paginas amareladas da manhã
todas essa pessoas mentindo
dentre elas, as loucas são sãs
Enquanto os elefantes
lembram onde tem água
Os humanos amantes
só lembram de guardar mágoas
As horas são iguais
e os homens todos normais
mais um sábado qualquer
nesses anos marginais
domingo, 26 de junho de 2011
Herói
Sou herói das minhas eras
e com isto estou contente (?)
sou herói da pior de todas as guerras
daquela que se trava com a própria mente
um pugilista qualquer, assim solitário
esmurrando o vento à esmo
num destes combates diários
vou guerreando comigo mesmo
E, na solidão desta batalha
vou aprendendo com o tempo
lutando com inimigos canalhas
esmurrando meu próprio pensamento
Num exército sem coronel
perdendo e ganhando todo dia
vou pintando sem pincel
os quadros tortos da poesia
No fim destas batalhas
saio ileso e ainda são
sem o mérito das medalhas (?)
continuo o mesmo João
e com isto estou contente (?)
sou herói da pior de todas as guerras
daquela que se trava com a própria mente
um pugilista qualquer, assim solitário
esmurrando o vento à esmo
num destes combates diários
vou guerreando comigo mesmo
E, na solidão desta batalha
vou aprendendo com o tempo
lutando com inimigos canalhas
esmurrando meu próprio pensamento
Num exército sem coronel
perdendo e ganhando todo dia
vou pintando sem pincel
os quadros tortos da poesia
No fim destas batalhas
saio ileso e ainda são
sem o mérito das medalhas (?)
continuo o mesmo João
sábado, 16 de abril de 2011
Religião da noite moderna e eterna
A igreja
de abóbadas caídas
lembra-me
mulheres
de peitos caídos
Lembra-me a mesma
pureza
intocavel
inviolável
Céu
pintado
boca aberta
fiéis
entram e saem
O padre
comanda a missa
enquanto as servas
submissas
sob o véu
antes
escondidas
mostram-se
mais do que vimos
Além do negro véu
conhecemos
nosso
céu
e inferno
de deuses
e demônios
modernos
terça-feira, 5 de abril de 2011
Foram tantos, que nadaram e morreram...
Nas ondas desse vasto mar revolto
vou deixar meu corpo solto
Sem boia pra agarrar
Vou tentar nadar
deixar-me levar
por essa maré cheia
nadar
nadar
nadar
e morrer na areia
vou deixar meu corpo solto
Sem boia pra agarrar
Vou tentar nadar
deixar-me levar
por essa maré cheia
nadar
nadar
nadar
e morrer na areia
Assinar:
Postagens (Atom)
caiçaras oscilantes
meu povo, queimado de sol que só ele, unifica os grãos de areia, que perdidos pelo mundo vagueiam sob o vento em novas praias. praias do li...
-
meu povo, queimado de sol que só ele, unifica os grãos de areia, que perdidos pelo mundo vagueiam sob o vento em novas praias. praias do li...
-
A felicidade está no riso sincero da menina mais linda do mundo está no refrão de um bolero nas conversas de um vagabundo Procuram muito...
-
vivo me vendo na TV nas telas dos computadores procurando o surreal no berço de outros meu teto é lar de mim minha cama é leito de mo...