nós por nós
e a vida se desata
olho por olho
e ninguém verá
o que está
em baixo do nariz
narina por narina
e ninguém
sente o cheiro
da morte
boca a boca
e eu também
já tive fome.
Eu não tenho medo
do que pode vir a ser
Meu passado é
lar dos fantasmas
e eu também
já senti fome
Em cada esquina
eu sinto a dor
de ser maior
do que já fui
e fui embora
de mim e dela.
Eu não tenho medo
dos mortos
que eu mesmo matei.
Não choro
não corro
não vejo
e não morro.
Criei anticorpos
Um hospedeiro
, um parasita.
Um amor enfermo
*Setembro de 2012
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