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Sou um mensageiro. E por muitas vezes sou também a mensagem.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Voulu

É tarde. Tarde da noite. Eu olho fotografias dela no meu computador. Algumas eu fiz. Outras roubei de alguma rede social. Ela sorri. Me chama para um lugar que eu desconheço. Diz que a surpresa é mãe da felicidade. Ela me chama para perto, com cada sorriso enquadrado nas fotografias.
Não sei dizer o quão distante ela está de mim. Não sei o quão distante ela pode ficar. Sei apenas que desejo o seu beijo, o seu corpo e seu aninho. Desejo como uma alforria. Uma esperança de ter alguma lembrança boa no futuro. Desejo-a para me acalmar. Desejo-a.
Gosto. Do cheiro, do acolhimento e da incerteza. Amo sua finitude.

Se você estiver lendo, sorria.

Um comentário:

Ninguém é autossuficiente de pensamento.