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domingo, 26 de dezembro de 2010

Até que a morte nos separe.


Traços no papel. Lembranças na cabeça, elas não vão nem vem, estáticas como um furacão, que levemente se move em busca de novos horizontes, é só questão de tempo pra ele se perder na imensidão do canavial.

Tudo é uma questão de tempo. Tudo é uma questão. Questões difíceis demoram muito tempo para serem respondidas, e nem sempre são respondidas como deveriam. Enrolamos muito assuntos diretos, dobramos muito o origami simples, colocamos muito açúcar no mel. Não precisa-se de tudo isso, pra quê toda essa enrolação? Pra quê todo o fingimento? Não precisamos desejar felicidades se não quisermos.
Sentimentos vão e vem, mas as lembranças não, eles perduram até o fim do rio,até o fim das forças. Até que a morte nos separe.

Um comentário:

  1. Enrolamos muito assuntos diretos, dobramos muito o origami simples, colocamos muito açúcar no mel.

    viu? isso eu nunca ouvi. gostei. é original.

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Ninguém é autossuficiente de pensamento.